quinta-feira, 7 de dezembro de 2017

Mini comunidade de rua de mulheres trans

Oi pessoal,

Vim compartilhar hoje um encontro que tive essa semana com parte de uma comunidade de mulheres trans moradoras de rua.

Eu estava na Paulista, saindo de uma farmacia e uma pessoa me pediu atenção, claramente para pedir alguma coisa.

Minha vivência e contato com a realidade dos cuidados de alguns pacientes trans me fez ter uma empatia bem maior do que o comum com pedintes e ao perceber isso ela se abriu bem mais do que o normal, contando não apenas sobre a dificuldade em se alimentar, como sobre seu grupo de moradoras, duas cegas, uma cadeirante e com questões mais graves de audição e comunicação.

Ao me dispor a entrar na farmacia com ela para que ela pudesse comprar itens de higiene pessoal, ela chamou mais duas das moradoras que estavam ao lado na mesma função, de pedir dinheiro pra o grupo almoçar, e entramos em 3 para que pudessem comprar essas coisas.

A pessoas que me abordou, Ágata, se justificava a cada produto e uma das outras, Paloma, me contou um pouco de sua história, uma das quais, um corte, ainda cicatrizando em seu pescoço, fruto de uma facada de um skinhead em que ela teve que levar 26 pontos.

O pânico dela, as mazelas de saúde de Ágata, diabetica e com 2 cânceres, alem de problemas de pele graves e o medo de se contaminar com o virus do probelma de visão das outras duas moradoras me deixaram muito sensibilizada.

Mas o que mais me deixou sensibilizada foi ela me agradecer pelo que a ofereci de material, mas dizer o seguinte: "Olha, mas o que mais dói mesmo é ser ignorada. Você foi a única pessoa que olhou para mim de verdade."

Ela também me disse que fez parte de um documentário que saiu no Festival Mix Brasil do ano passado e que foi a premiere dele no Brasil, mas que sabe que o diretor foi premiado em Berlim e em varios países, mas ela nunca mais teve noticias dele e da equipe. Tambem contou chorando que uma delas que fez o filme morreu de tuberculose e pneumonia por que a prefeitura vem passando constantemente levando o que elas tem pra dormir: barracas, edredons e até papelão, dizendo que não se pode ter nada na rua.

Saí desse encontro muito mexida. Procurei o documentario e achei esse teaser no Youtube.

Falando com a pagina do filme no facebook me deram a data da proxima sessão em São Paulo, pois ele vai participar de uma mostra no Sesc 24 de maio dia 19 de dezembro agora. Vou tentar ir assistir.

Ágata aparece se maquiando de 0:41 a 0:47 segundos. E depois andando na Paulista, sorrindo.

Desejo profundamente que as coisas mudem nesse planeta para que todos tenhamos direito a existir e viver, independente de qualquer diferenca!

Vamos trabalhando nisso em nosso arredor? Conversando com os amigos, dentro e fora da comunidade LGBT? Vamos respeitar as trans e travestis, assim como a todo mundo, por favor, pessoal? Um apelo, por que acredito que todos temos o direito de viver!

Um abraço e bom final de semana!

Carol


segunda-feira, 20 de novembro de 2017

Judith Butler escreve sobre sua teoria de gênero e o ataque sofrido no Brasil

Judith Butler escreve sobre sua teoria de gênero e o ataque sofrido no Brasil
Folha de São Paulo, 19 de novembro de 2017

Desde o começo, a oposição à minha presença no Brasil esteve envolta em uma fantasia. Um abaixo-assinado pedia ao Sesc Pompeia que cancelasse uma palestra que eu nunca iria ministrar. A palestra imaginária, ao que parece, seria sobre "gênero", embora o seminário planejado fosse dedicado ao tema "Os fins da democracia" ("The ends of democracy").

Ou seja, havia desde o início uma palestra imaginada ao invés de um seminário real, e a ideia de que eu faria uma apresentação, embora eu estivesse na realidade organizando um evento internacional sobre populismo, autoritarismo e a atual preocupação de que a democracia esteja sob ataque.

Não sei ao certo que poder foi conferido à palestra sobre gênero que se imaginou que eu daria. Deve ter sido uma palestra muito poderosa, já que, aparentemente, ela ameaçou a família, a moral e até mesmo a nação.

Para aqueles que se opuseram à minha presença no Brasil, "Judith Butler" significava apenas a proponente de uma ideologia de gênero, a suposta fundadora desse ponto de vista absurdo e nefasto, alguém —aparentemente— que não acredita em restrições sexuais, cuja teoria destrói ensinamentos bíblicos e contesta fatos científicos.

Como tudo isso aconteceu e o que isso significa?

A TEORIA

Consideremos o que eu de fato escrevi e no que de fato acredito e comparemos isso com a ficção interessante e nociva que deixou tanta gente alarmada.

No final de 1989, quase 30 anos atrás, publiquei um livro intitulado "Gender Trouble" (lançado em português em 2003 como "Problemas de Gênero: Feminismo e Subversão da Identidade", Civilização Brasileira), no qual propus uma descrição do caráter performativo do gênero. O que isso significa?

A cada um de nós é atribuído um gênero no nascimento, o que significa que somos nomeados por nossos pais ou pelas instituições sociais de certas maneiras.

Às vezes, com a atribuição do gênero, um conjunto de expectativas é transmitido: esta é uma menina, então ela vai, quando crescer, assumir o papel tradicional da mulher na família e no trabalho; este é um menino, então ele assumirá uma posição previsível na sociedade como homem.

No entanto, muitas pessoas sofrem dificuldades com sua atribuição —são pessoas que não querem atender aquelas expectativas, e a percepção que têm de si próprias difere da atribuição social que lhes foi dada.

A dúvida que surge com essa situação é a seguinte: em que medida jovens e adultos são livres para construir o significado de sua atribuição de gênero?

Eles nascem na sociedade, mas também são atores sociais e podem trabalhar dentro das normas sociais para moldar suas vidas de maneira que sejam mais vivíveis.

E instituições sociais, incluindo instituições religiosas, escolas e serviços sociais e psicológicos, também deveriam ter capacidade de apoiar essas pessoas em seu processo de descobrir como viver melhor com seu corpo, buscar realizar seus desejos e criar relações que lhes sejam proveitosas.

Algumas pessoas vivem em paz com o gênero que lhes foi atribuído, mas outras sofrem quando são obrigadas a se conformar com normas sociais que anulam o senso mais profundo de quem são e quem desejam ser. Para essas pessoas é uma necessidade urgente criar as condições para uma vida possível de viver.

LIBERDADE E NATUREZA

Assim, em primeiro lugar e acima de tudo, "Problemas de Gênero" buscou afirmar a complexidade de nossos desejos e identificações de gênero e se juntar àqueles integrantes do movimento LGBTQ moderno que acreditavam que uma das liberdades fundamentais que precisam ser respeitadas é a liberdade de expressão de gênero.

O livro negou a existência de uma diferença natural entre os sexos? De maneira nenhuma, embora destaque a existência de paradigmas científicos divergentes para determinar as diferenças entre os sexos e observe que alguns corpos possuem atributos mistos que dificultam sua classificação.

Também afirmei que a sexualidade humana assume formas diferentes e que não devemos presumir que o fato de sabermos o gênero de uma pessoa nos dá qualquer pista sobre sua orientação sexual. Um homem masculino pode ser heterossexual ou gay, e o mesmo raciocínio se aplica a uma mulher masculina.

Nossas ideias de masculino e feminino variam de acordo com a cultura, e esses termos não possuem significados fixos. Eles são dimensões culturais de nossas vidas que assumem formas diferentes e renovadas no decorrer da história e, como atores históricos, nós temos alguma liberdade para determinar esses significados.

Mas o objetivo dessa teoria era gerar mais liberdade e aceitação para a gama ampla de identificações de gênero e desejos que constitui nossa complexidade como seres humanos.

Esse trabalho, e muito do que desenvolvi depois, também foi dedicado à crítica e à condenação da violação e da violência corporais.

Além disso, a liberdade de buscar uma expressão de gênero ou de viver como lésbica, gay, bissexual, trans ou queer (essa lista não é exaustiva) só pode ser garantida em uma sociedade que se recusa a aceitar a violência contra mulheres e pessoas trans, que se recusa a aceitar a discriminação com base no gênero e que se recusa a transformar em doentes e aviltar as pessoas que abraçaram essas categorias no intuito de viverem uma vida mais vivível, com mais dignidade, alegria e liberdade.

Meu compromisso é me opor às ofensas que diminuam as chances de alguém viver com alegria e dignidade. Assim, sou inequivocamente contra o estupro, o assédio e a violência sexual e contra todas as formas de exploração de crianças.

Liberdade não é —nunca é— a liberdade de fazer o mal. Se uma ação faz mal a outra pessoa ou a priva de liberdade, essa ação não pode ser qualificada como livre —ela se torna uma ação lesiva.

VIOLÊNCIA DE GÊNERO

De fato, algo que me preocupa é a frequência com que pessoas que não se enquadram nas normas de gênero e nas expectativas heterossexuais são assediadas, agredidas e assassinadas.

As estatísticas sobre feminicídio ilustram o ponto. Mulheres que não são suficientemente subservientes são obrigadas a pagar por isso com a vida.

Pessoas trans e travestis que desejam apenas a liberdade de movimentar-se no mundo público como são e desejam ser sofrem frequentemente ataques físicos são mortas.

Mães correm o risco de perder seus filhos se eles saírem do armário; muitas pessoas ainda perdem seus empregos e a relação com seus familiares quando saem do armário. O sofrimento social e psicológico decorrente do ostracismo e condenação social é enorme.

A injustiça radical do feminicídio deveria ser universalmente condenada, e as transformações sociais profundas que possam tornar esse crime impensável precisam ser fomentadas e levadas adiante por movimentos sociais e instituições que se recusam a permitir que pessoas sejam mortas devido a seu gênero e sua sexualidade.

No Brasil, uma mulher é assassinada a cada duas horas. A tortura e o assassinato recente de Dandara dos Santos, em Fortaleza, foi apenas um exemplo explícito da matança generalizada de pessoas trans no Brasil, uma matança que valeu ao Brasil a fama de ser o país mais conhecido pelo assassinato de pessoas LGBT.

São esses os males sociais inequívocos e atrocidades aos quais me oponho, e meu livro —bem como o movimento queer no qual ele se insere— procura promover um mundo sem sofrimento e violência desse tipo.

IDEOLOGIA

A teoria da performatividade de gênero busca entender a formação de gênero e subsidiar a ideia de que a expressão de gênero é um direito e uma liberdade fundamentais. Não é uma "ideologia".

Em geral, uma ideologia é entendida como um ponto de vista que é tanto ilusório quanto dogmático, algo que "tomou conta" do pensamento das pessoas de uma maneira acrítica.

Meu ponto de vista, entretanto, é crítico, pois questiona o tipo de premissa que as pessoas adotam como certas em seu cotidiano, e as premissas que os serviços médicos e sociais adotam em relação ao que deve ser visto como uma família ou considerado uma vida patológica ou anormal.

Quantos de nós ainda acreditamos que o sexo biológico determina os papéis sociais que devemos desempenhar? Quantos de nós ainda sustentamos que os significados de masculino e feminino são determinados pelas instituições da família heterossexual e da ideia de nação que impõe uma noção conjugal do casamento e da família?

Famílias queers e travestis adotam outras formas de convívio íntimo, afinidade e apoio. Mães solteiras têm laços de afinidade diferentes. A mesma coisa se dá com famílias mistas, nas quais as pessoas se casam novamente ou se juntam com famílias, criando amálgamas muito diferentes daqueles vistos em estruturas familiares tradicionais.

Encontramos apoio e afeto através de muitas formas sociais, incluindo a família, mas a família é também uma formação histórica: sua estrutura e seu significado mudam ao longo do tempo e do espaço. Se deixamos de afirmar isso, deixamos de afirmar a complexidade e a riqueza da existência humana.

IGREJA

A ideia de gênero como ideologia foi introduzida por Joseph Ratzinger em 1997, antes de ele se tornar o papa Bento 16. O trabalho acadêmico de Richard Miskolci e Maximiliano Campana1 acompanha a recepção desse conceito em diversos documentos do Vaticano.

Em 2010, o argentino Jorge Scala lançou um livro intitulado "La Ideologia de Género", que foi traduzido ao português por uma editora católica [Katechesis]. Esse pode ter sido um ponto de virada para as recepções de "gênero" no Brasil e na América Latina.

De acordo com a caricatura feita por Scala, aqueles que trabalham com gênero negam as diferenças naturais entre os sexos e pensam que a sexualidade deve ser livre de qualquer restrição. Aqueles que se desviam da norma do casamento heterossexual são considerados indivíduos que rejeitam todas as normas.

Vista por essa lente, a teoria de gênero não só nega as diferenças biológicas como gera um perigo moral.

No aeroporto de Congonhas, em São Paulo, uma das mulheres que me confrontaram começou a gritar coisas sobre pedofilia. Por que isso? É possível que ela pense que homens gays são pedófilos e que o movimento em favor dos direitos LGBTQI nada mais é do que propaganda pró-pedofilia.

Então fiquei pensando: por que um movimento a favor da dignidade e dos direitos sexuais e contra a violência e a exploração sexual é acusado de defender pedofilia se, nos últimos anos, é a Igreja Católica que vem sendo exposta como abrigo de pedófilos, protegendo-os contra processos e sanções, ao mesmo tempo em que não protege suas centenas de vítimas?

Será possível que a chamada ideologia de gênero tenha virado um espectro simbólico de caos e predação sexual precisamente para desviar as atenções da exploração sexual e corrupção moral no interior da Igreja Católica, uma situação que abalou profundamente sua autoridade moral?

Será que precisamos compreender como funciona "projeção" para compreendermos como uma teoria de gênero pôde ser transformada em "ideologia diabólica"?

BRUXAS

Talvez aqueles que queimaram uma efígie minha como bruxa e defensora dos trans não sabiam que aquelas que eram chamadas de bruxas e queimadas vivas eram mulheres cujas crenças não se enquadravam nos dogmas aceitos pela Igreja Católica.

Ao longo da história, atribuíram-se às bruxas poderes que elas jamais poderiam, de fato, ter; elas viraram bodes expiatórios cuja morte deveria, supostamente, purificar a comunidade da corrupção moral e sexual.

Considerava-se que essas mulheres tinham cometido heresia, que adoravam o diabo e tinham trazido o mal à comunidade em lugares como Salem (EUA), em Baden-Baden (Alemanha), nos Alpes Ocidentais (Áustria) e na Inglaterra. Com muita frequência esse "mal" era representado pela libertinagem.

O fantasma dessas mulheres como o demônio ou seus representantes encontra, hoje, eco na "diabólica" ideologia de gênero. E, no entanto, a tortura e o assassinato dessas mulheres por séculos como bruxas representaram um esforço para reprimir vozes dissidentes, aquelas que questionavam certos dogmas da religião.

Quem pôs fim a esse tipo de perseguição, crueldade e assassinato foram pessoas sensatas de dentro da Igreja Católica, que insistiram que a queima de bruxas não representava os verdadeiros valores cristãos. Afinal, queimar bruxas era uma forma de feminicídio executado em nome de uma moralidade e ortodoxia.

Embora eu não seja estudiosa do cristianismo, entendo que uma de suas grandes contribuições tenha sido a doutrina do amor e do apreço pela preciosidade da vida —muito longe do veneno da caça às bruxas.

DEMOCRACIA

Embora apenas minha efígie tenha sido queimada, e eu mesma tenha saído ilesa, fiquei horrorizada com a ação.

Nem tanto por interesse próprio, mas em solidariedade às corajosas feministas e pessoas queer no Brasil que estão batalhando por maior liberdade e igualdade, que buscam defender e realizar uma democracia na qual os direitos sexuais sejam afirmados e a violência contra minorias sexuais e de gênero seja abominada.

Aquele gesto simbólico de queimar minha imagem transmitiu uma mensagem aterrorizante e ameaçadora para todos que acreditam na igualdade das mulheres e no direito de mulheres, gays e lésbicas, pessoas trans e travestis serem protegidos contra violência e assassinato.

Pessoas que acreditam no direito dos jovens exercerem a liberdade de encontrar seu desejo e viverem num mundo que se recusa a ameaçar, criminalizar, patologizar ou matar aqueles cuja identidade de gênero ou forma de amar não fere ninguém.

Essa é a visão do arcebispo Justin Welby, da Inglaterra, que destacou recentemente o direito dos jovens explorarem sua identidade de gênero, apoiando uma atitude mais aberta e acolhedora em relação a papéis de gênero na sociedade.

Essa abertura ética é importante para uma democracia que inclua a liberdade de expressão de gênero como uma das liberdades democráticas fundamentais, que enxergue a igualdade das mulheres como peça essencial de um compromisso democrático com a igualdade e que considere a discriminação, o assédio e o assassinato como fatores que enfraquecem qualquer política que tenha aspirações democráticas.

Talvez o foco em "gênero" não tenha sido, no final, um desvio da pergunta de nosso seminário: quais são os fins da democracia?

Quando violência e ódio se tornam instrumentos da política e da moral religiosa, então a democracia é ameaçada por aqueles que pretendem rasgar o tecido social, punir as diferenças e sabotar os vínculos sociais necessários para sustentar nossa convivência aqui na Terra.

Eu vou me lembrar do Brasil por todas as pessoas generosas e atenciosas, religiosas ou não, que agiram para bloquear os ataques e barrar o ódio.

São elas que parecem saber que o "fim" da democracia é manter acesa a esperança por uma vida comum não violenta e o compromisso com a igualdade e a liberdade, um sistema no qual a intolerância não se transforma em simples tolerância, mas é superada pela afirmação corajosa de nossas diferenças.

Então todos começaremos a viver, a respirar e a nos mover com mais facilidade e alegria —é esse o objetivo maior da corajosa luta democrática que tenho orgulho de integrar: nos tornarmos livres, sermos tratados como iguais e vivermos juntos sem violência.

terça-feira, 5 de setembro de 2017

É de pequeno que se torce o pepino?

Olá, 



Como saber quando é o momento certo de interferir na formação de uma criança?

Como saber o que está certo ou errado num percurso de formação, da constituição da personalidade de alguém?

Me questiono isso sabendo não haver uma resposta, mas pensando o quanto é difícil seja para os pais, para os professores e para cuidadores de adolescentes, adultos e até idosos saber como desconstruir um conceito recebido de forma maciça da cultura ao nosso redor.

Tenho de dois lados pacientes adultos, adolescentes e alunos pequenos, bem pequenos, e que trazem questões diferentes até mim. Os pacientes, com suas queixas claras e definidas ou não e as crianças, com a demanda ampla de formação, de estarem em um grupo, de pertencerem a ele, de aprenderem alguns conteúdos específicos, entre eles, os valores da escola, que nesse caso, acredita em autonomia, em cooperação, em democracia, em construção coletiva de saberes de acordo com o interesse dos grupos. 

No caso do interesse dos grupos, fico aflita em como estes podem ser cada vez mais facilmente moldados pela mídia, pelos #trending topics do Twitter, Instagram, Facebook, YouTube, mesmo sendo tão pequenos, pela influência que os adultos, crianças mais velhas e adolescentes tem ao seu redor. 

Estamos conectados o tempo todo. Temos essa onda de influências acontecendo sem parar. E eles absorvem tanto ou mais do que nós o que pensam ser de importância.

Mas será que estamos atentos ao que tem importância. Quem está moldando o que acreditamos ser de importância? Somos nós mesmos? Estamos conseguindo olhar ao redor percebê-los, ou estamos apenas reproduzindo algo mecânico e não conseguindo ler nas entrelinhas, como já fomos capazes antes das informações virem mastigadas e ultra-especializadas e direcionadas ao "nosso" interesse, como tem sido a propaganda atualmente? 

Estamos conseguindo olhar o panorama geral das coisas? Ou estamos nós mesmos, adultos, responsáveis pela crítica, orientação e reflexão, também limitados pelas telas, redes sociais e agrados imediatistas?

Tenho muita aflição de perceber como, cada vez mais, não conseguimos ficar em silêncio, quietos, sem alguma proposta a ser desenvolvida imediatamente após a outra. Não há pausas, não há descanso do cérebro, do olhar, do corpo para não fazer nada.

Se isso simplesmente não for algo que gere uma geração de pessoas ansiosas (como a nossa já é), não sei o que mais pode ser.

A meditação, a concentração, o silêncio, os rituais de passagem entre momentos da rotina precisam ser revistos.

Mas será que ainda conseguimos?

Torcendo e precisando que sim.

Aceitando sugestões, também!

Um abraço, 
Carol

quinta-feira, 8 de junho de 2017

Pensando sobre o suicídio

Olá,



hoje vim falar sobre o tema suicídio, pelo grande apelo que o tema tem tido nas redes socias. Pois bem, muitas perguntas e ideias  saltam a mente quando um tema como este aparece sendo tão debatido.

Será que este tema está em voga por aqui por causa da serie 13 reasons why? Ou será o contrário? A série está bombando porque o tema está em evidencia entre as pessoas?

A notícia sobre o falso jogo Baleia Azul teria a ver com o esse interesse da comunidade por ler a respeito?

O que será que vocês imaginam ler por aqui quando uma psicóloga decide topar esse desafio e falar sobre o suicídio?

Será que vocês esperam que eu explique o que significa o desejo de morrer ou de dar cabo a própria vida?

Sem dúvida a angústia que um suicída (ou quem tem estas ideias mesmo sem praticá-las) sente é imensa, a ponto de fazer com que se pense em desistir de forma tão definitiva.

A dor de alguem que nao ve saída para uma vida possível e sem sofrimento deve ser descomunal.

Porém, se, por um lado, desistir é possível e uma decisão legítima, dependendo do grau de impotencia que a pessoa sinta em dar conta da própria vida, por outro lado desistir também pode ser visto como um traço de um ou de vários quadros psiquiátricos ou psicológicos como a depressão, a ansiedade, a sindrome do pânico, a bipolaridade, entre tantas outras.

Nesse caso, desistir antes de buscar ajuda especializada com um psicólogo ou psiquiatra pode ser uma decisão prematura. Pois existem realmente quadros em que nao há serotonina disponível no cérebro para que a pessoa se sinta bem. E isso é algo orgânico, comparável, dadas as devidas proporções, a uma diabetes ou uma pressão alta, ppr exemplo, e que precisa de apoio medicamentoso, relativamente simples de resolver, se a pessoa compreender com menos preconceito que o cérebro é apenas mais um órgão do corpo que pode dar problemas assim como o rim, o coração, o estômago e os intestinos, por exemplo.

Se pudermos respeitar nosso cérebro e o que ele nos causa quando está em desequilíbrio de hormonios e substâncias que mudam nossa percepção sobre o mundo, muito menos preconceito haveria em quem trata de doenças mentais, como estas que levam a pensamentos suicídas.

Outra coisa que eu gostaria de comentar é sobre as relações humanas. Com certeza esse é o cerne de muitas das ideações suicidas: problemas graves na comunicação afetiva com outros seres humanos, sejam eles familiares, amigos, colegas de trabalho, faculdade ou escola, namorados, etc.

Veja bem, não é possível basear nossa vida na vida de uma outra pessoa. As escolhas de cada um precisam ser respeitadas. Independente de alguém ter te magoado muito, isso não vale a morte, por que isso irá passar.

Se uma relação com alguém te faz pensar tão pouco assim sobre você, é a sua relação consigo mesmo que precisa de reparos.

Você deveria estar em primeiro lugar para si mesmo. Do contrário ninguém mais vai achar que vale colocar você em um lugar importante na vida dela, já que nem você mesmo que conviveu consigo a vida inteira, o faz.

Pode parecer complicado e estranho falar sobre amor próprio num artigo sobre suicídio, mas sim, esta custuma ser uma das razões principais que geram essas ideações. Se afaste disso e se valorize e este pensamento se distanciará de você.

É claro que há uma poética ao redor da dor e dos temas existenciais que glamourizam a morte e o suicídio. Mas deixa eu te lembrar que não há nenhum glamour em estar morto. Morrer é o contrário exato do glamour. É podre e nojento. E feio e decepcionante.

Apesar disso, faz parte da vida morrer. Mas não precisa ter pressa nenhuma. Bora errar bastante, sofrer o necessário e aprender com isso que ficaremos mais fortes.

E se tiver muito difícil estar sozinho, procure um grupo de apoio e acolhimento pra chamar de seu: vá procurar sua turma! Apoio se encontra em um hobby, numa atividade física, num grupo de leitura, num grupo de estudos, na família, entre tantos outros espaços!

Fica aí sozinho não, que o mundo é bão!

Um abraço!
Carol

quarta-feira, 24 de maio de 2017

Rede Voluntária do Projeto Bee Ajuda: se inscreva!

Olá pessoal, tudo bem?

Vim falar, mais uma vez, sobre o projeto do Canal das Bee de criação de uma rede de apoio e acolhimento para pessoas em situação de vulnerabilidade e minorias de gênero, orientação sexual, raça, etc.

O projeto está criando através desse formulário:


uma rede de pessoas que possam ajudar voluntariamente como psicólogos, médicos, advogados, assistentes sociais, coletivos e também como pessoas físicas que quiserem apenas dar suporte a quem precise.

Me inscrevi como psicóloga e espero que muitos colegas venham a se inscrever também como forma de apoio a comunidade LGBT, às mulheres e à comunidade negra, que tem o acesso negado de muitas maneiras a formas de cuidar do que o preconceito e exclusão muitas vezes violentos fisicamente e outras de formas mais sutis e igualmente terríveis.

Vamos criar uma rede forte e acolhedora para que menos pessoas sofram e se sintam sozinhas nessa luta?

Arregacem as mangas e vamos juntos, que juntos somos mais fortes!

Abaixo ovídeo explicativo passo a passo dos queridos Herbert e Jéssica do Canal das Bee que criaram isso tudo:


Um abraço, 
Carol

quinta-feira, 6 de abril de 2017

Como funciona a Casa 1: projeto de acolhimento a LGBTs expulsos de casa

Olá pessoal, tudo bem?



    O tema de hoje tem a ver com um trabalho voluntário que estou prestando na Casa 1, um espaço de acolhimento em São Paulo.

     Me cadastrei para o grupo de psicólogos para atender uma das pessoas que moram na casa temporariamente e para trabalhar com eles recebemos um treinamento que explica bem como funciona a casa e quais os projetos que acontecem lá e o que eles estão aprendendo com essa experiência.

    A casa na verdade, além de acolher as pessoas da comunidade LGBT que foram expulsas de casa ou que vivem numa situacao de vulnerabilidade, tambem tem uma parte embaixo que é um centro cultural que tem uma biblioteca de livre acesso, computador com os monitores que ajudam as pessoas a acessarem dados básicos ou se cadastrarem em algo que precisam, uma sala de exposições de artistas LGBT e uma sala de cursos que abriga aulas de ingles, oficinas para crianças e mães e palestras profissionalizantes ou de debate de políticas e questões importantes.

      Além de abrigar os moradores por cerca de três meses ou até se organizarem para sair, ela também oferece um espaço que pode ser utilizado durante o dia, para que quem não possam morar lá por falta de vagas, possa pegar roupas, lavar roupas, tomar um banho e se sentirem acolhidos de alguma maneira ali, durante o dia.

     Há também um plantão as sextas feiras de acolhimento com psicólogos que podem orientar e encaminhar estas pessoas para serviços de saúde ou para psicólogos da rede que está sendo montada aos poucos.

    Na casa moram atualmente 11 pessoas e eles estão procurano trocar uma cama por beliche para abrigar mais uma.

     Há filas de pessoas buscando acolhimento de todo o Brasil, mas a principal meta deles é a de acolher quem está no território da casa e encaminham estas outras pessoas para outros espaços parceiros como o projeto Mães pela Diversidade, pois perceberam em suas parcerias e comversas que, mesmo os serviços do Estado, que são considerados referências, até aqui em São Paulo tem uma visão bastante antiquada e inadequada da questão LGBT.

     Neste sentido o espaço serve como um lugar essencial também de formação para estes profissionais de espaços de referência e parcerias tem sido travadas com este intuito.

     Para que tudo isso aconteça, o projeto precisa de voluntários de braços e mente aberta para ajudar a acolher todas as diferenças, como eles tem conseguido fazer ampliando o olhar do bairro em que estão, levando a ideia na prática de que uma comunidade de sexualidades diversas como é a da Casa 1 pode acolher e ser um ponto de união comunitário para todos, como ela vem se mostrando.

     Na palestra, Bruno e Iran se mostraram muito encantados e ao mesmo tempo exaustos com a quantidade de informação e demanda que chegam a eles o tempo todo como casa de acolhimento e como centro cultural, mas é visível como estão abertos a discutir e receber pessoas interessadas e a ajudar a ampliar o olhar para essa mistura e para o respeito entre as diferenças, valorizando o espaço geográfico onde estão com seus recursos humanos e relacionais e com.suas dificuldadea também.

    Para que o projeto se mantenha, eles dependem de parcerias, voluntarios engajados e de doações através do site da benfeitoria que agora é um projeto recorrente. Você pode compartilhar com seus amigos e doar o quanto puder e quando puder.

     Divulgue essa iniciativa e fomente o seu grupo de amigos, forme coletivos em sua cidade, se organize e monte espaços de acolhimento a diversidade você também!

    Vamos tranformar essa realidade juntos?

    Um abraço!
    Carol

quarta-feira, 5 de abril de 2017

Minimalismo: um documentário sobre as coisas importantes

Olá pessoal, tudo bem?



     Para não perder o custume, venho trazer a vocês a indicaçao de um documentário para abrir seus horizontes de possibilidades.

     O documentário se chama "Minimalismo: um documentário sobre as coisas importantes".

     Vocês devem estar se perguntando do que diabos eu estou falando. Pois bem, minmalismo é um movimento de pessoas que perceberam o quanto nossa sociedade nos impulsiona a valorizar mais as coisas do que as pessoas. Começando por nós mesmos.

     Há uma lógica comercial cruel que nos fez acreditar nisso através de propagandas na tv e no rádio, em filmes, seriados, livros, músicas, videoclipes, outdoors, revistas, novelas, telejornais, internet, entre tantos outros meios.

    A crença de que só seremos felizes ao ter determinadas coisas ou atrelando uma forma de vida a posse de determinadas coisas, supondo que elas nos agregam valor, isso é uma armadilha.

    Por que uma armadilha? Bem, a questão é que nubca ficaremos satosfeitos com algo, pois as coisas estão sempre se renovando e as antigas ficando obsoletas.

    Além disso, valorizando mais as coisas,  estamos nos afastando de nós mesmos e buscando nelas uma paz que não advem de possuir coisas, mas sim de estar mais próximo de si mesmo, mais atento ao que realmente necessitamos e não ao que nos dizem que necessitamos.

    O mercado produz uma angustia propositalmente para que comprar algo seja visto como uma solução para ela.

   Não precisamos de muito para viver. Pelo contrário, aliás, precisamos de pouco e quanto mais temos, mais energia gastamos para conseguir mais e vivemos num circulo vicioso de trabalho para vivermos uma vida que não fomos nós que escolhemos.

    Não há apenas uma forma certa de viver. Porém uma vida mais simples com menos acumulo de coisas materiais que não tenham importância nos distrai menos do que realmente importa, que são as relações reais com as pessoas qe nos fazem bem.

     Não necessário se tornar um minimalista e se livrar de seus objetos para perceber que uma alteração significativa no seu olhar em relação ao que realmente importa para você pode ajudar muito você a se conectar mais com si mesmo, sentindo uma paz maior, uma alegria na simplicidade de estar mais próximo de si mesmo.

     É isso que buscamos. E na jornada de algumas pessoasdeste documentário é muito impressionante perceber como esse pensamento tão simples pode te ajudar a sair de um caminho que foi traçado para você sem você querer.

    Se apodere de seu caminho! Faça ele como você quiser, mas preste atenção em você para ver se é você mesmo quem está fazendo estas decisões!


    Um abraço!
    Carol

02 de Abril: Dia Mundial de Conscientização sobre o Autismo

     Olá pessoal, tudo bem?



      Hoje vim falar sobre uma data que não pode passar batida entre as pessoas, considerando a grande população que este diagnostico atinge, o autismo.

     O autismo também é foco de invisibilização pela nossa sociedade, pelo mesmo motivo: falta de compreensão.

     Como psicóloga, em minha formação acabei trabalhando com um caso de autismo por muitos anos, sem querer, e depois disso, passei um ano estudando o assunto mais a fundo para poder ajudá-lo e ajudar outras crianças com estas peculiaridades.

     O autismo não é uma coisa só, sinples e fácil de diagnosticar, muito pelo contrário, é um quadro com várias nuances e graus diferentes em suas manifestações.

     Existem casos graves em que não é possível manter contato visual, desenvolver a fala ou a interação, mas o fato é que a detecção precoce, ou seja nos primeiros meses ou anos de vida, são fundamentais para uma intervenção que faça diferença para a criança.

     No projeto em que trabalhei havia um núcleo de pesquisa em maternidades para ajudar médicos, mães e profissionaos da saúde em geral a perceber em seus filhos ainda bebês traços de diatanciamento do olhar, do vínculo que podiam ser tratados muito cedo, ampliando muito as possibilidades de atenuanção dos sintomas antissociais.

     No autismo há geralmente uma hipersensibilidade ao mundo externo e por conta disso uma necessidade de controle que os ajude a prever situações de stress que o imprevisto pode lhes causar.

    Uma amiga me enviou uma lista teoricamente elaborada por um autista que nos ajuda a pensar em como eles enxergam o mundo, vejam:

"Sou autista!

💙Minha audição é muito mais sensível.

💙Fale devagar, espere eu processar a pergunta para te responder.

💙Não grite, eu escuto muito mais que você.

💙Eu, muitas vezes, não consigo iniciar um diálogo, mas queria muito conversar com você e ter sua amizade.

💙Eu faço a mesma pergunta várias vezes, mas para mim é apenas uma forma de te manter comigo naquilo que me interessa.

💙Muitas vezes o abraço me incomoda,mas eu gosto de carinho, difícil entender não é?

💙As vezes, choro, rio, faço movimentos estranhos, falo sozinho, mas isso faz parte de mim, não vou fazer nada de mal para você.

💙Não quero ser visto como anjo, místico, de outro mundo, dotado de altas habilidades, quero ser visto como um ser humano apenas.

💙Tenho medos de coisas que normalmente as pessoas não tem, me ajude a enfrentar.

💙Não fale mal de mim ou ria de mim achando que não estou vendo ou ouvindo, estou sim, só não consigo me defender.

💙Tenho algumas dificuldades corporais, uma coordenação motora diferente, apenas compreenda que sou assim, isso não vai atrapalhar sua vida.

💙Não me passe muitas informações e pedidos aos mesmo tempo, tenha calma que aos poucos eu compreendo o que vc me pede.

💙Eu tenho minhas manias, mudar minha rotina me incomoda, isso também faz parte de mim, tente me avisar com antecedência que algo programado vai mudar, isso me acalma.

💙Eu não vivo em meu próprio mundo,eu vivo no mesmo mundo que você, é que muitas vezes esse mundo é tão difícil pra mim, me ajude a enfrentar tudo isso, eu sei que consigo.

Dia 2 De Abril
DIA Mundial de CONSCIENTIZAÇÃO SOBRE O AUTISMO"

     Lindo, não é? Existem até, pelo menos aqui em São Paulo, alguns programas infantis pensados para que eles se sintam mais seguros, como sessões de cinema a meia luz, sem ser no escuro total e com liberdade de movimento, para que os pais se sintam também a vontade de levar seus filhos.

    Tem muita coisa acontecendo na direção de incluir as diferenças como um todo no mundo social.

     Vim trazer apenas mais uma delas para vocês e esperam qur possa ajudá-los quando encontrarem alguém com autismo ou mesmo alguém que simplesmente não seja igual a você, afinal, ninguém é, não é mesmo?!

E essa é a graça!!

     Um abraço,
     Carol

terça-feira, 21 de março de 2017

Documentário "The Mask You Live In"

Olá pessoal, tudo bem?



       Hoje vim falar um documentário que assisti via Netflix e que merece ser comentado e recomedado a vocês.

       O documentário se chama "The Mask You Live In", que significa literalmente: "A máscara em que você mora" e fala sobre o conceito de masculinidade que temos perpertuado em nossa sociedade, nos meios de comunicação de massa, em filmes, seriados, novelas, na publicidade de forma geral e dentro de casa como valores.


Veja o trailer:

https://youtu.be/LS8bwOesLjA

     Mais do que pensar em como eates estereótipos de gênero machucam as mulheres, tema que tem sido cada vez mais falado, especialmente neste mês do dia internacional da mulher, o filme mostra o lado dos homens, desde a infância, e como eles também são brutalmente agredidos ao perderem sua conexão com a feminilidade, com as emoções, com a delicadeza.

     O filme mostra iniciativas em escolas, em prisões, casos especificos de pais solteiros, situaçõea reais que demonstram o quanto a violência esperada e atribuída aos homens como prova de msculinidade, é na verdade uma imposição a que os meninos se sentem obrigados a obedecer para fazer parte do universo masculino, que tão claramente considerado como superior em todos os veículos informativos e inatituições sociais.

     Desta maneira, para pertencer ao lugar tido como superior, os meninos aprendem que precisam afastar de si tufo que foi atribuído socialmente so universo feminino, e assim, também se aastam da capacidade de expressar e reconhecer a si mesmos e suas emoções, partindo para a auto agressão e para a agressão ao outro.

     A homofobia nada mais é do que o fruto dessa hipermasculinização e e hiperfeminização dos gêneros que separam em extremos um universo so outro quando somos na verdade exatamente a mesma coisa, seres humanos. Com pequenas ou minusculas divergências anatomicas e cromossomicas que só modificam ao extremo a função reprodutiva de um e de outro. Todo o resto é adaptável.

      Assistam e me contem o que sentiram. Eu saí dele qurendo fazer tudo o que eu puder para aproximar estes extremos e manter os universos masculino e feminino o mais equilibrados possível entre si.

      Veja ele na íntegra aqui: https://youtu.be/QFXIVgBwLIg

      Vocês me ajudam?
      Um abraço,
      Carol

Ajudem o site do Cancer de mama!!!


Oi pessoal, tudo bem?

      Peco uma força a vocês!! Quem puder ajudar, só vem!


      Gente, vou fazer um pedido a vocês: O Instituto do Câncer de Mama está com uma importante campanha. Vamos salvar o site do câncer de mama?

                    Não custa nada.

      O Site do câncer de mama não tem obtido o número de acessos e cliques necessários para alcançar a cota exigida pelos patrocinadores oferecerem  mamografias gratuitas em troca de publicidade.

     Basta ir ao site e clicar no icone cor-de-rosa que diz 'Campanha da Mamografia Digital Gratuita'.

      Repassem a pelo menos 10 amigos para que eles repassem a mais 10 ou mais amigos! Este gesto fará uma enorme diferença.

Vamos lá: www.cancerdemama.com.br

      Bora repassar?!👍
      Um abraço,
      Carol

sábado, 4 de março de 2017

Ciclos de produtividade anual baseados na astrologia

Olá pessoal, tudo bem?

Hoje vim contar um pouco do que aprendi sobre as influências dos astros na evolução anual, a partir da influência dos períodos em que cada signo está em regência.

Costumamos pensar que o ano começa no dia 01 de janeiro, porém, na visão astrológica isso é um equívoco, já que ele se inicia no signo de Áries, em 21 de março.

Vou descrever resumidamente como se dão estas etapas a partir deste início do ano calendário, ou um pouco antes disto, já que as mudanças se dão a cada dia 21 de cada mês.

Inicialmente, de 21 de dezembro a 21 de janeiro, estamos regidos pelo signo de Capricórnio, signo de terra que nos mobiliza a dar um último "gás" nas ações do ano inteiro. Há uma cobrança imensa pelos resultados de tudo que foi realizado ao longo dos ciclos desde o início do ano e não há clareza para percebermos se estamos indo de acordo com o que planejamos ou não. 

De 21 de janeiro a 21 de fevereiro, estamos regidos pelo signo de Aquário e então é o momento de ouvir o feedback sobre o trabalho que foi desenvolvido ao longo do ano anterior que deve ser levado em consideração para o início de um novo ciclo.

De 21 de fevereiro a 21 de março estamos regidos pelo signo de Peixes, é o momento de se lamentar e se questionar pelo que deu certo ou deu errado no projeto do ano inteiro para decidirmos o planejamento do que será feito no ano seguinte, se vale a pena continuar com este projeto ou não.

De 21 de março a 21 de abril, regidos por Áries, nele se inicia um novo ciclo de realizações que perdurarão o ano inteiro. O signo é do elemento de fogo e ajuda a dar força para a ação de recomeço que foi preparada nos meses anteriores de fechamento, avaliação e planejamento. Toda a energia deve ser colocada neste inicio sem dar ouvidos as opiniões dos outros neste momento.

De 21 de abril a 21 de maio somos regidos pelo signo de Touro, em que a concretização do projeto iniciado começa a acontecer, é o momento de por a mão na massa, fazer acontecer. Uma metáfora do signo é a do Boi arando a terra, com foco no chão e em mais nada. Também não é o momento de ouvir avaliações externas. 

De 21 de maio a 21 de junho somos regidos por Gêmeos, responsável pela comunicação e aqui é o momento de ouvir o feedback deste começo do trabalho, escutar tudo com calma, mas dar atenção apenas aos interlocutores qualificados a dar opinião, como pares em sua profissão, ou pessoas a quem você responde e que deve satisfações.

De 21 de junho a 21 de julho, regido por Câncer, é o momento de viver a lamentação pelo que deu errado, viver esta crise, reclamando, mas descobrindo um jeito de melhorar isto para seguir o projeto adiante. É comum culpabilizarmos os outros pelo que deu errado neste momento, postura característica do signo regente. 

De 21 de julho a 21 de agosto, regido por leão, é novamente o momento de por energia em solucionar o que deu errado, recomeçar de forma diferente, mudando o rumo daquilo que se descobriu falho na avaliação anterior.

De 21 de agosto a 21 de setembro, regido por Virgem, é o momento de começar a colher frutos, resultados do trabalho que vem sendo executado desde março, concretizando e vendo perspectivas de ganhos com o projeto, para ganharmos motivação de seguir adiante. Aqui se organizam os detalhes do projeto. 

De 21 de setembro a 21 de outubro, regido por Libra, é mais uma vez o momento de ouvir feedback, desta vez de forma mais realista, estamos em um momento mais equilibrado para ouvir após tantas etapas e iremos realizar um planejamento de ação baseado apenas no que faz sentido para os objetivos do projeto.

De 21 de outubro a 21 de novembro, regido por Escorpião, é o momento de se lamentar pelo que deu errado e é uma fase de tomar cuidado com o excesso de auto punição, característico do signo. Aqui é comum nos culpabilizarmos muito pelo que deu errado, nos castigando, e é preciso resistir contra esta tendência para não sabotar o projeto todo, ou abandoná-lo. A etapa deste signo de muita profundidade emocional e que funciona de maneira muito inconsciente deve ser bem cuidada.

De 21 de novembro a 21 de dezembro, regido Sagitário, é o momento de ter foco, depois de ultrapassar esta fase de lamentação, é preciso mirar no objetivo e aproveitar este último "fogo" de realização, num mês que pode fazer o projeto todo acontecer, ou aparecer após tantas etapas de preparação e avaliação. 

De 21 de novembro a 21 de dezembro, regido por Capricórnio retornamos ao último signo de terra, que dá aquela última chance de realizarmos os projetos iniciados em março, concretizando-o antes do próximo período de avaliações.

O ano é cíclico e se inicia sempre num momento de reavaliação de tudo que foi feito que dura cerca de três meses, de 21 de dezembro a 21 de março. Os nove meses seguintes é que devem dar os frutos para o que se decidiu fazer novamente. E sempre haverá uma nova oportunidade de rever os planos, já que são quatro ciclos de ação e avaliação sucessivas ao longo do ano. 

Não esqueçam que para cada um de nós há um mapa astrológico individual que influencia muito nas reações a cada regência mensal, e segundo ele o signo solar representa o Karma, aquilo que nos atrapalha a exercer nossa missão, o ascendente representa esta nossa missão e a lua representa as ferramentas que temos para atingir esta missão. 

Espero que estas etapas possam ter ajudado vocês a compreender um pouco os ciclos anuais na visão da astrologia. 

Um abraço!
Carol

sexta-feira, 3 de março de 2017

Relacionamentos Abusivos

Olá pessoal, tudo bem?

     Sejam bem vindos ao blog Existe Psicologia em SP.

      Para quem não sabe, este blog foi criado para abordarmos temas de interesse de vocês através de um olhar mais relacionado ao da psicologia. 

     Nossos temas surgirão da participação e interesse de vocês, por isso comentem abaixo outros temas que querem ver por aqui e ele será abordado!

     Como o título de nossa postagem diz hoje trataremos do tema relacionamentos abusivos. Vamos a ele!

     Tem sido muito comum vermos este tema ser abordado por youtubers e em alguns veículos de comunicação, em especial os mais direcionados às mulheres. 

Aqui está um exemplo de uma postagem famosa sobre o tema: 
https://youtu.be/I-3ocjJTPHg

     Bem, os relacionamentos abusivos acontecem quando dentro de um relacionamento a dois, seja ele amoroso ou de outra natureza, como relações familiares, entre amigos, na escola, no trabalho, ou em qualquer ambiente onde haja pessoas se relacionando, uma delas faça mal a outra de uma forma tão estranha que você não consegue ter certeza ou aceitar que isto está acontecendo.

      Em geral ele acontece mais com as mulheres por conta da forma como elas são vistas pela sociedade, de forma muito objetificada e num grau de importancia menor do que o homem pela cultura machista que está muito arraigada na cabeça das pessoas. Mas também acontece muito com os garotos!

      Um relacionamento abusivo pode acontecer quando x namoradx quer controlar as relações da outra pessoa, impedindo que se tenha amizades, controlando as roupas que a pessoa usa, ou ainda depreciando a outra pessoa dizendo que não existiria a possibilidade de haver outro ser humano interessado nelx, além delx.

     No relacionamento familiar, o mesmo pode acontecer quando um pai ou uma mãe não acreditam que você é a melhor pessoa para saber o que é melhor pra você, pois ele é o único que pode decidir isso por você. Seja no âmbito da vida pessoal, escolar, profissional ou afetiva. 

      É claro que, se você é menor de idade e depende dos pais, precisa respeitar alguns limites, mas existem formas e formas de se relacionar e muitas delas geram violencia mental ou psicólogica, e outras ainda podem chegar a violência física.

      Nas amizades, é preciso ter cuidado com "amigxs" que ao invés de estar ao seu lado, na verdade estão ali apenas para exercer alguma forma de poder ou se aproveitar de você, para ter alguém com quem se comparar para se sentir melhor e que sempre te coloca para baixo ao invés de te apoiar no que você precisa.

     Nem sempre é fácil identificar se estamos num relacionamento assim e mais difícil ainda é sair dele quando não se tem a auto confiança de saber que podemos construir algo melhor com outras pessoas. 

      Essa é a armadilha dele. E a base da armadilha está na auto estima. Se não conseguimos gostar de quem somos sozinhos, acabamos depositando no olhar do outro a única chance de existir de uma forma boa. Mesmo que perpasse pela dor e pela violência.

      O trunfo que podemos ter para nos libertar disso é tentar noa independer ao máximo do olhar do outro focando as energias em nós mesmos, não num ato de egoísmo, mas num ato de compaixão, sentindo carinho e tendo orgulho de nós mesmos sem depender do amor do outro para isso.

      Parece difícil e requer mesmo muito esforço, pois vivemos em uma cultura em que somos condicionados a nos sentirmos vazios e distantes de quem somos, sempre forçados a nos compararmos a padrões inalcançáveis de beleza, sucesso, amor, sex appel, etc.

     Os valores estão invertidos para satisfazer o mercado. E só consumimos quando estamos nos sentindo incompletos, mal, esvaziados. Não há esforço nos meios de comunicação para ficarmos bem.

     Por isso é necessário se desligar um pouco e parar para pensar algumas coisas como:

"O que eu quero para minha vida?"

ou

"O que é realmente importante para mim?"

      E colocar energia nestes objetivos, mesmo que eles permaneçam em segredo, por que vão contra o que sua familia deseja para você, por exemplo.

      Encontre alguém em quem possa confiar e divida com essa pessoa suas inquitações. Ter apenas um amigo que seja realmente conectado a você pode te salvar de muitos relacionamentos abusivos.

      E o principal e mais grave deles é seu relacionamento abusivo com si mesmo, que é o que irá permitir que você tenha outros com as outras pessoas.

     Cuide de você! E, vem cá, vamos conversar!

     Um abraço,
     Carol

quinta-feira, 26 de janeiro de 2017

Youtubers celebram o mes da visibilidade trans

Olá pessoal!

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Este é o mês da visibilidade trans no Brasil. Dia 29 de janeiro é o dia de reparar, procurar e trazer a luz estas pessoas tão invisibilizadas e sem lugar na nossa sociedade que sofrem tanta violência.

Para celebrar a existência e a resistência deles, surgiu um movimento no Youtube identificado como #visibilidadetrans.

Comecei a conhecer a iniciativa através do Canal que sigo de Rosa Luz, uma travesti da periferia de Brasilia, estudante de Artes e Youtuber de impacto, com vídeos sobre transexualidase e sobre sua visao politica e crítica da situação de LGBTs no geral.

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Ela tem feito uma série de vídeos com entrevistas de vivências de pessoas trans com temas variados e muito interessantes.

Até agora tiveram 4 episódios, são entrevistas com um homem trans que faz doutorado na UNB, de uma prostituta trans que está entrando na faculdade de direito, uma mulher trans estudante de Ciências Sociais falando sobre as diferenças entre sexo, gênero e orientação sexual e um casal de transsexuais lésbicas. 

Aqui os links: 
Ep#1: https://www.youtube.com/watch?v=SzGTnU2gmhE&t=296s
Ep#2: https://www.youtube.com/watch?v=CAUC_G3Lzmg&t=493s
Ep#3: https://www.youtube.com/watch?v=w4S-niEHjS8&t=26s
Ep#4: https://www.youtube.com/watch?v=9E220QVklro&t=63s

Os relatos são muito interessantes e dão conta de oferecer representatividade e possibilidades de alternativas ao estereótipo da transexualidade tão vinculada a violência.

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Além de Rosa, o Canal das Bee postou um vídeo de um homem trans falando sobre a sua dificuldade no mercado de trabalho e trazendo um site com empresas que oferecem oportunidades para a comunidade LGBT.
Assista o vídeo aqui: https://www.youtube.com/watch?v=n7dByCVTswg


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Hugo Nasck também tem colocado no ar vários vídeos de setores invisibilizados na transsexualidade e temas muito interessantes como:
Fetiche e homens trans: https://www.youtube.com/watch?v=7LqIPQkUX68
Passabilidade trans: https://www.youtube.com/watch?v=ED4NaBO8m40
Homem trans gay: https://www.youtube.com/watch?v=BSwZvInkZ-c
Hermafrodita, interssexual e mulher trans: https://www.youtube.com/watch?v=1nnLjM0hSM0


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Aproveitem a iniciativa dos Youtubers para conhecer mais do universo da transsexualidade através de canais como estes e também da serie Herstory, disponivel na plataforma. Disponibilizo o endereço do primeiro episódio e basta seguir o canal e vê-os na sequência. Está disponível também entrevistas com a diretora e atrizes, todas membro da comunidade LGBT no cinema. 
O programa tem seis episódios curtos e narra a história de uma mulher trans lésbica e as dificuldades que passa por conta disso. 
Aqui o link: https://www.youtube.com/watch?v=UkHicPm7C6Q


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Sobre esse tema, o canal da professora Luiza Coopieters fala da realidade de se ser mulher trans lésbica no Brasil. Outro canal que vale a pena com entrevistas interessantes. Dispinibilizo aqui a entrevista dela com Laerte Coutinho: https://www.youtube.com/watch?v=xX5iSGjLhiM

Desejo um mês de visibilidade a todos os trans! E menos violência e mais oportunidade para eles no Brasil! 

Espero poder aproximar a vocês um pouco mais da realidade dessa comunidade, tão invisível distante de todos e, por isso mesmo, tão agredida. Vamos tentar olhar pro universo do outro?

Um abraço,

Carol

segunda-feira, 2 de janeiro de 2017

Tragédias do início do ano e a necessidade de repensar as relações entre a pessoas

Olá, 

Difícil não passar por aqui para comentar as notícias doídas do país com que inicia o nosso ano. 

Primeiro perdemos um ambulante que defendeu uma colega no metrô Pedro II em São Paulo, pelo simples fato de ela ser uma transsexual e os homens, bêbados no dia de natal, distribuindo violência gratuitamente.

Difícil não lembrar que a reverberação do caso se deu pelo fato do evento ter sido filmado pelas câmeras do metrô e também pela morte em si ter sido de um homem heterossexual que defendeu a moça transsexual, num ato de heroísmo, por ser sua amiga. Se ela fosse a vítima, duvido muito que o caso teria a reverberação que teve. Como a maior parte dos casos que acontecem o tempo todo não tem. 

Depois, no ano novo, tivemos a chacina de um pai que matou grande parte da família da esposa e o filho de 8 anos, se matando em seguida. 12 mortes. Vítimas do machismo, como podemos constatar na sua carta de despedida, divulgada pela imprensa.

E hoje, tivemos a chacina na penitenciaria da Amazônia, que permitiu que facções rivais estivessem num mesmo ambiente. O Estado que é responsável por estas vidas permitiu esta violência, já que a instituição inclusive é dirigida por uma empresa terceirizada e não diretamente pelo governo. Um absurdo. 

Estou muito impactada e espero que possamos reverter esse quadro de desolação e desesperança com o qual entramos o ano. 

Temos muito o que refletir e melhorar em nossas ações e na forma como educamos as pessoas, em especial os homens, para deixar de permitir que ações baseadas em subjulgar o outro como inferior como fazem com as mulheres, com os homossexuais, com os pobres e com os negros.

Precisamos de mais empatia, mais amor entre as pessoas, mais noções básicas de direitos humanos e de justiça social para que as pessoas se machuquem menos, se tratem melhor, confiem mais em si mesmas e no outro.

Precisamos de mudanças na cultura que rege as nossas relações e nossas noções de papel social, com urgência. 

Precisamos cuidar mais de nós mesmos, para que não façamos ou sejamos vítimas de algo parecido com o que tem acontecido em nenhum grau de comparação.

Vamos ficar atentos!

Um abraço, 
Carol


quinta-feira, 17 de novembro de 2016

Lista de Atendimento Psicologico e Psiquiátrico Gratuito ou com Preço Simbólico (São Paulo)

Olá,
Abaixo anexei uma lista de espaços que oferecem atendimento gratuito ou a preço simbólico em psicoterapia e em psiquiatria. Já tenho neste blog uma postagem parecida, mas não tão completa, portanto encaminho esta nova postagem para ampliar o acesso, com mais detalhes, a quem busca ajuda.
Espero que ajude!
Um abraço, 
Carol
Lista de Atendimento Psicológico e Psiquiátrico Gratuito ou com Preço Simbólico 
(São Paulo)
Esta é uma lista de atendimentos psicológicos e psiquiátricos gratuitos ou de preços baixos/simbólicos, tanto públicos quanto privados.
A lista se propõe juntar informações muitas vezes solicitadas e necessitadas, difíceis de achar, que só conseguimos articulando redes de contato de pessoas que já passaram por uma busca parecida.
Além disso, essa lista vai ser divulgada no cursinho popular no qual participo, pois essa pauta se mostrou uma demanda muito importante e presente. Por isso, pedi sugestões e informações para as pessoas e juntei elas aqui, mas a ideia é ir atualizando ela com novas informações!
Se quiser acrescentar informações, faça um comentário no documento!
Por último, após ler, divulguem a lista através do link, que permite o acesso!

Serviços públicos
SUS
  • CAPS
  • Hospital Universitário USP
  • UBS República
Redes de Atenção Psicossocial (CAPS) por região – São Paulo SP – Adulto e Infantil
CAPS ADULTO na Zona Norte
CAPS Adulto – Brasilândia (Freguesia do Ó)
Rua Dr. Augusto do Amaral, 222, Fone 3921-8924 / 3921-8976

CAPS Adulto – Casa Verde (Imirim, Peri, Peruche, Cachoeirinha)
Rua Ferreira de Almeida, 22, Fone: 3858-3979
CAPS Adulto – Pirituba
Rua Uratinga, 90 – Vila Bonilha, Fone: 3976-7581
CAPS Adulto – Pirituba / Jaguará
Av. Raimundo Pereira de Magalhães, 5214 – Pirituba, Fone: 3974-9122 / 3979-6616
CAPS Adulto – Jaçanã (Tremembé)
Rua Paulo Lincoln Valle Pontin, n. 323 – Jaçanã, Fone: 2240-5438 / 2242-0430 / 2242-3884
CAPS III Adulto – Mandaqui (Santana, Horto, Vila Guilherme, Tucuruvi)
Rua Dr. Luis Lustosa da Silva, n. 369 – Mandaqui, Fone: 2979-0923 / 2973-5699
CAPS INFANTIL na Zona Norte
CAPS Infantil – Perus
Rua Antonio de Pádua Dias, 62 – Perus (perto da estação de trem Perus), Fone: 3919-3896
CAPS Infantil – Santana 24h (Tucuruvi, Tremembé, Jaçanã)
Rua Conselheiro Moreira de Barros, 120 – Cachoeirinha, Fone: 2233-2839
CREAPP – Centro de Referência ao Autismo (Jaguará, Perus e Taipas)
Av. Raimundo Pereira de Magalhães, 5214 – Pirituba, Fone: 3993-8293
CAPS Infantil – Brasilândia (Freguesia, Jaraguá, Perus, Pirituba)
Rua Manoel Madruga, 129 – Freguesia do Ó, Fone: 3932-2683
CAPS Infantil – Vila Maria (Vila Guilherme)
Av. Alberto Byington, 1526 – Vila Maria, Fone: 3478-3036 / 3478-3043
CAPS ADULTO na Zona Sul
CAPS III Adulto – Paraisópolis
Rua Silveira Sampaio, 660, Fone: 3742-6303
CAPS Adulto – Cidade Dutra (Grajau, Capela do Socorro)
Rua Maria Aparecida Anacleto, 448 – Próximo ao Passa Rápido, Fone: 5666-8157
CAPS Adulto – Jabaquara (Vila Mariana)
Av. Dr. Getúlio Vargas Filho, 27 – Cidade Vargas – Terminal Jabaquara, Fone: 5012-7952 / 5012-8148
CAPS Adulto – Largo 13 (Santo Amaro, Chácara Santo Antonio, Interlagos)
Rua Paula Cruz, 71 – Jardim Dom Bosco, Fone: 5686-6076
CAPS Adulto – Cidade Ademar (Pedreira)
Rua Conceição da Boa Viagem, 216 – Balneário Mar Paulista, Fone: 5612-8313 / 5612-8187 / 5612-8294
CAPS Adulto – EPM / UNIFESP
Rua Pedro de Toledo, n. 214 – Vila Clementino, Fone: 5081-3825 / 5084-7938 (Departamento de Psiquiatria UNIFESP: 5579-2828)
CAPS Adulto – Jardim Lídia (Capão Redondo, Campo Limpo)
Rua Gutemberg José Ferreira, 52 – Jardim Dionísio, Fone: 5513-9560 / 5511-4428
CAPS Adulto – M´Boi Mirim (Jardim Ângela)
Rua Ernesto Pasqualucci, 52 – Jardim Dionísio, Fone: 5833-5690 / 5833-5639
CAPS Adulto – Parelheiros
Rua Terezinha Prado Oliveira, 100, Fone: 5922-3535 / 5922-0469 / 5922-0046
CAPS INFANTIL na Zona Sul
CRIA Infantil – Casinha Jabaquara (Vila Mariana)
Rua 11 de Fevereiro, 318 – Cidade Vargas, Fone: 5021-8005
CAPS Infantil – Santo Amaro
Rua Iguatinga, 134 (rua em frente ao Hospital Regional Sul) – Santo Amaro, Fone: 5687-4511 / 5687-3666
CAPS Infantil – Ipiranga (Sacomã, Heliópolis, Ipiranga)
Rua Correia Salgado, 257 (travessa da Av. Nazaré)– Ipiranga, Fone: 2940-2200 / 2351-4240
CAPS II Infantil – M´Boi Mirim
Rua Alto de Padilha, 3972 (travessa do Parque Ecológico Guarapiranga) – Riviera Paulista, Fone: 5517-7489 / 5517-7663
CAPS Infantil – Cidade Ademar
Rua Joaquim do Lago, 228 (próximo à praça Acuri), Fone: 5615-1444
CAPS Infantil – Parelheiros
Rua Alessandro Buri, 15 (próximo ao Terminal Parelheiros), Fone: 5921-9301
CAPS Infantil – Capela do Socorro
Rua Caruanense, 186 – Jardim Novo Horizonte, Fone: 5526-6389
CAPS ADULTO na Zona Leste
CAPS Adulto – Itaquera
Rua Porto Xavier, 57 – Itaquera, Fone: 2079-6388 / 2205-6382
CAPS Adulto – São Mateus
Rua Clóvis Monteiro de Carvalho Junior, 22 – Jardim Tietê, Fone: 2962-3464
CAPS Adulto – Ermelino Matarazzo
Av. Boturussu, 168 – Parque Boturussu, Fone: 2546-6787
CAPS Adulto – São Miguel Paulista
Rua Otávio de Rosa, 37 – São Miguel Paulista, Fone: 2956-8047
CAPS Adulto – Itaim Paulista
Rua Cembira, 992 – Itaim Paulista, Fone: 2016-3696 / 2511-8214
CAPS Adulto – Guaianazes
Rua Serra do Mar, 56 (rua do cartório eleitoral), Fone: 2961-3240 / 2554-3179
CAPS Adulto – Sapopemba
Rua João Lopes de Lima, 1151 – Jardim Sapopemba, Fone: 2019-7080
CAPS Adulto – Vila Carrão / Vila Formosa (Aricanduva, Mooca)
Rua Boicininga, 31 – Vila Formosa, Fone: 2675-1155 / 2671-8408
CAPS Adulto – Vila Prudente
Praça Santa Helena, 56 – Vila Prudente, Fone: 23417-0886 este número está errado, não encontrei o correto
CAPS Adulto – Vila Matilde
Rua Antonio Lindoro da Silva, 295 – Vila Aricanduva (próximo ao colégio Vicente Pallocci), Fone: 2653-0944
CAPS INFANTIL na Zona Leste
CAPS Adolescente – Vila Prudente (Sapopemba)
Av. Zelina, 322 – Vila Zelina, Fone: 2341-9570 / 2341-1843
CAPS Infantil – Mooca
Rua Taquari, 549 – Mooca, Fone: 2694-4328
CRIA Infantil – Itaquera
Rua Bernardino Prudente, 86 – Cohab José Bonifácio, Fone: 2521-1162 / 2523-2477
CAPS Infantil – São Mateus
Rua Ernesto Manograsso, 133 – São Mateus, Fone: 2012-5956 / 2014-0439
CAPS Infantil – São Miguel Paulista (Ermerlindo, Itaim)
Rua Miguel de Oliveira, 195 – Viula Monte Santo, Fone: 2214-7363 / 2214-7364
CAPS Infantil – Vila Matilde
Fone: 2359-6765
CAPS Infantil – Guaianazes
Rua Evaldo Calabrez, 205 (atrás da Igreja São Bento)
CAPS ADULTO na Zona Oeste
CAPS I Adulto – Butantã (Caxingui, todo CEP 055)
Rua Oscar Pinheiro Coelho, 289 – Butantã, Fone: 3727-1819 / 3726-6382 (FAX Tb)
CAPS II Adulto – Lapa
Rua Roma, 446 – Lapa, Fone: 3675-5648
CAPS II Adulto – Perdizes
Rua Dr. Candido Espinheira, 616 – Perdizes, Fone: 3672-2000 / 3673-9428
CAPS III Adulto – Itaim Bibi (Alto de Pinheiros)
Av. Horácio Lafer, 560 – Itaim Bibi, Fone: 3078-6886
CAPS Adulto – Itapeva
Rua Carlos Comenale, 32 – Bela Vista, Fone:> 3289-2555 / 3253-8758
CAPS INFANTIL na Zona Oeste
CAPS Infantil – Lapa (Pinheiros, Butantã, Pompéia, Perdizes)
Rua Bérgson, 52A – Parque da Lapa, Fone: 3836-2690 / 2644-4110
CAPS Infantil – Carapicuiba
Rua José Fernandes Teixeira, 510, Vila Cretti – Carapicuiba, Fone: 4183-6549
CAPS INFANTIL no Centro
CAPS Infantil – Sé
Rua Frederico Alvarenga, 259, 3º andar, Fone: 3101-0156 / 3104-3210

Faculdades Públicas
  • Psicologia USP
  • Serviço de Atendimento Psicológico da USP
    - Oferece plantão toda quarta-feira, com possibilidade de encaminhamento para profissionais que oferecem um atendimento regular gratuito ou a preços baixos a serem negociados.
    -Site:http://www.ip.usp.br/portal/index.php?option=com_content&view=article&id=1349%3Aservico-de-aconselhamento-psicologico-sap-servicos-a-comunidade&catid=304&Itemid=64&lang=pt
  • Atendimento em Plantão Psicológico

  • Laboratório de Estudos em Fenomenologia Existencial e Prática em Psicologia (LEFE)
  • O LEFE oferece atendimento psicológico à comunidade, em geral, no serviço de Plantão na clínica-escola do Instituto de Psicologia da USP todas as terças-feiras das 17 às 19:30 horas.

  • Todas as pessoas que procuram atendimento preenchem uma ficha com alguns dados pessoais e são atendidos pela equipe de psicólogos, estagiários de graduação e pós-graduação do laboratório por ordem de chegada. Não é necessário fazer inscrição prévia, pois não há fila de espera para o serviço.

  • O Plantão Psicológico enquanto modalidade clínica propõe atender, no momento da procura, quem em um momento de crise recorre a profissionais da Psicologia em busca de cuidado. Os plantonistas oferecem espaço de acolhimento e escuta clínica disponibilizando-se para acompanhar o cliente/paciente na narrativa com a que se apresenta ao serviço. O sentido do trabalho clínico em plantão é a explicitação dos modos de cuidar de si de quem se traz em sofrimento para, a partir deles, refletir sobre os possíveis desdobramentos do encontro.

  • Oferece atendimento gratuito para pessoas com interesse, desde crianças a idosos.
  • Fica aberta desde as terças feiras até os sabados, com horarios das 08 da manhã até as 19h da noite.
  • futuramente expandirá seu tempo de funcionamento
  • é necessário apenas ligar para se cadastrar na lista de espera, e aguardar o retorno.
  • Quem atende são alunos do quarto e quinto ano, que passam pela supervisão de excelentes professores
  • Adicionarei em breve o telefone da clínica


Serviços privados

Fórum do Campo Lacaniano
  • Atendimento psicológico
  • Negociam preços bem acessíveis
Centro de Estudos de Psicanálise (CEP)
  • Contato: (11)3864-2330/(11)3865-0017.
  • Você entra em contato, pede para fazer uma triagem (pq vc pensou em fazer terapia) e fala onde vc poderia fazer. Alguém dessa rede que é dos lugares que você solicitou te liga e marca um dia.
  • Você combina direto com essa pessoa o preço. Eles falam que é meio que o quanto vc puder pagar. Minha referência pagava 50 reais a consulta, mas ela acredita que tem gente que pagava menos.

CENTRO - SP

Centro de Psicologia Aplicada UNIP - Campus Vergueiro
Campus Vergueiro – Tel. (triagem): (11) 3347-1000,
Atendimento: de segunda a sexta-feira, das 7h às 19h.
Rua Apeninos, 267 - Aclimação – Centro - São Paulo - (11) 3347-1000

Atendimento Psicológico Universidade Presbiteriana Mackenzie
Tel.: (11) 3256-6827 / (11) 3256-6217
Atendimento: De segunda a sexta, das 8h às 18h.
Rua Piauí, 181 - 1º andar - Higienópolis – Centro - São Paulo - (11) 3256-6827

Centro de Referência para a Prevenção e Controle de Doenças Associadas à Nutrição (CRNutri)
Tel: (11) 3061-7726 (agendamento) - (11) 3061-7721 (Administração) - (11) 3061-7942 (CRNutri)
Atendimento: De segunda à sexta-feira, das 7h30 às 16h30.
Avenida Doutor Arnaldo 715, Pacaembu - Centro - São Paulo - (11) 3061-7721

Clínica de Psicologia da Universidade Cruzeiro do Sul – Núcleo de Estudo e Atendimento Psicológico (NEAP)
Telefone: (11) 2297-4442
Atendimento: Segunda a sexta-feira, das 13h30 às 20h30, e aos sábados, das 8h30 às 12h30.
Rua Galvão Bueno, 724 -  Liberdade – Centro – São Paulo.    

ZONA NORTE - SP

Centro de Psicologia Aplicada UNIP - Campus Norte
Tel. (triagem): (11) 2790-1550  33414250 atualizção  
Rua Apeninos, 595 - Prédio Amarela.
Atendimento: segunda a sexta-feira, das 7h às 17h .
Rua Amazonas da Silva, 737 - Vila Guilherme – Norte - São Paulo - (11) 2790-1550

Centro de Psicologia Aplicada UNIP - Clínica Cantareira
Tel. (triagem): (11) 2231-2914,
Atendimento: de segunda a sexta-feira, das 13h30 às 22h30, e aos sábados, das 9h30 às 13h30.
Avenida Santa Inês, 4740 - Pedra Branca – Norte - (11) 2231-2914

Clínica de Psicologia - Uniban Maria Cândida
Tel.: (11) 2967-9035 ou (11) 2967-9031 -
Atendimento: De segunda a sexta-feira, das 7h às 22h.
Rua Maria Cândida, 1813 - Vila Guilherme – Norte - São Paulo - (11) 2967 9000

ZONA SUL

Centro de Psicologia Aplicada UNIP Chácara Santo Antônio - Campus III
Tel. (triagem): (11) 5181-5216,
Atendimento: de segunda a sexta-feira, das 7h às 12h30.
Rua Cancioneiro Popular, 210 - Santo Amaro – Sul - São Paulo - (11) 2114-4000

Clínica de Psicologia - Uniban Vila Mariana
Atendimento: terça a sexta-feira, das 17h às 22h.
Rua Afonso Celso, 235 - Vila Mariana – Sul - São Paulo - (11) 5085-9000

Clínica de Psicologia FMU - Campus Santo Amaro
Atendimento: segunda a sexta-feira, das 8h às 21h, e aos sábados, das 8h às 15h.
Avenida Santo Amaro, 1239 - Vila Nova Conceição – Sul - São Paulo - (11) 3040-3400 - Tel.: (11) 3040-3400 ramal: 2316

PROESQ - Programa de Esquizofrenia da UNIFESP
Telefone: (11) 5573-3599
Atendimento: Segunda à sexta, das 8h às 17h.
Rua Machado Bittencourt, 222 - Vila Clementino – Sul – São Paulo

CRIA - Centro de Referência da Infância e Adolescência
Telefone / FAX: 5082 3961
Atendimento: Segunda à sexta, das 8h às 17h.
Rua Coronel Lisboa, 60 – Vila Mariana – Sul - São Paulo  

CENTOC – Centro de Assistência em Transtornos do Espectro Obsessivo Compulsivo
Tel. (11) 5549-4374
Atendimento: Segunda à sexta, das 8h às 17h.
Rua Botucatu, 416 - Vila Clementino – Sul - SP

AMBORDER – Ambulatório para transtornos de personalidade
Telefone: (11) 5904-3961
Atendimento: Segunda à sexta, das 8h às 17h.
Rua Coronel Lisboa, 969 - Vila Clementino – Sul - SP

PAES - Programa de Atendimento e de Estudos de Somatização
Tel. (11) 5081-3825
Atendimento: Segunda à sexta, das 8h às 17h.
Rua Pedro de Toledo, 214 - Vila Clementino – Sul - SP

PAN - Programa de Atendimento Neuro-psico-geriátrico
Tel. (11) 5576-4991
Atendimento: Segunda à sexta, das 8h às 17h.
Rua Borges Lagoa, 570 - Vila Clementino – Sul - SP

PAPIA - Programa de Atenção à Psicose na Infância e Adolescência
Tel. (11) 5573-3599
Atendimento: Segunda à sexta, das 8h às 17h.
Rua Machado Bittencourt, 222 - Vila Clementino – Sul - SP

PEP - Programa de Assistência e Pesquisa ao Primeiro Episódio Psicótico
Tel. (11) 5576-4991
Atendimento: Segunda à sexta, das 8h às 17h.
Rua Borges Lagoa, 570 - térreo - Vila Clementino – Sul - SP

PRISMA - Programa de Reconhecimento e Intervenção em Estados Mentais de Risco
Tel. (11) 5573-3599
Atendimento: Segunda à sexta, das 8h às 17h.
Rua Machado Bittencourt, 222 - Vila Clementino – Sul - SP

PROACTH – Programa de Atendimento a Crianças e Adolescentes com Transtorno do Humor
Tel. (11) 5576-4991
Atendimento: Segunda à sexta, das 8h às 17h.
Rua Borges Lagoa, 570 - térreo - Vila Clementino – Sul - SP

PROAD - Programa de Orientação e Atendimento a Dependentes
Tel. (11) 5579-1543
Atendimento: Segunda à sexta, das 8h às 17h.
Rua Prof. Ascendino Reis, 763 - Vila Clementino – Sul - SP

PROATA - Programa de Assistência à Pacientes com Transtornos Alimentares
Tel. (11) 5576-4990
Atendimento: Segunda à sexta, das 8h às 17h.
Rua Borges Lagoa, 570 - Vila Clementino – Sul - SP

PRODAF - Programa de Distúrbios Afetivos e Ansiosos
Tel. (11) 5549-4374
Atendimento: Segunda à sexta, das 8h às 17h.
Rua Botucatu, 416 - Vila Clementino –Sul -  SP

Projeto Quixote - Programa de atendimento e intervenção voltado para crianças e adolescentes em situação de risco social
Tel. (11) 5083-0449 / 5572-8433
Atendimento: Segunda à sexta, das 8h às 17h.
Av. Eng. Luís Gomes Cardim Sangirardi, 789 - Vila Clementino – Sul - SP

PROPISC - Programa de Psicoterapia
Tel. (11) 5904-3961
Atendimento: Segunda à sexta, das 8h às 17h.
Rua Coronel Lisboa, 969 - Vila Clementino – Sul - SP

PROVE - Programa de Atendimento a Vítimas de Violência e Estresse
Tel. (11) 5082-2860
Atendimento: Segunda à sexta, das 8h às 17h.
Rua Botucatu, 431 - Vila Clementino – Sul - SP

SAPIS - Serviço de Atenção Psicossocial Integrada em Saúde
Tel. (11) 5576-4990
Atendimento: Segunda à sexta, das 8h às 17h.
Rua Borges Lagoa, 570 - Vila Clementino – Sul - SP

UNIAD - Unidade de Pesquisa em Álcool e Drogas
Tel. (11) 5575-1708
Atendimento: Segunda à sexta, das 8h às 17h.
Rua Botucatu, 394 - Vila Clementino – Sul - SP

UPIÁ - Unidade de Psiquiatria da Infância e Adolescência
Tel. (11) 5576-4991
Atendimento: Segunda à sexta, das 8h às 17h.
Rua Borges Lagoa, 570 - térreo - Vila Clementino – Sul - SP

Clínica de Psicologia UNIB - Universidade Ibirapuera
Tel. (11) 5694-7961
Atendimento: 2ª a 6ª, das 13h às 21h, e aos sábados, das 8h às 13h.
Avenida Interlagos, 1329 - Chácara Flora - Sul - São Paulo.

Clínica de Psicologia CPNP  
Tel. (11) 9 5960-0004  
Atendimento: 2ª a 6ª, das 10h às 19h.  
Consultas à preços populares  

ZONA LESTE - SP

Centro de Psicologia Aplicada UNIP - Clínica Tatuapé
Tel. (triagem): (11) 2941-2075 / (11) 2908-0415,
Atendimento: de segunda a sexta-feira, das 8h às 22h, e sábados, das 8h às 12h.

Clínica de Psicologia Aplicada-Universidade São Judas Tadeu
Telefone: (11) 6099-1831 | (11) 2799-1831
Atendimento: 2ª a 6ª feira das 13h às 23h e aos sábados das 7h as 17h.
Rua Marcial, 45 - Moóca - Leste - São Paulo

ZONA OESTE - SP

Centro de Psicologia Aplicada UNIP - Clínica Pompeia
Tel. (triagem): (11) 3662-5255,
Atendimento: de segunda a sexta-feira, das 7h às 22h.

Centro de Psicologia Aplicada UNIP - Clínica Alphaville
Tel. (triagem): (11) 4191-1170,
Atendimento: de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h.

Clínica de Psicologia da Uniban
Tel.: (11) 3699-9047
Atendimento: De manhã, às segundas, terças e quintas-feiras, das 8h às 12h. À tarde, de segunda a sexta-feira, das 16h às 22h.

Serviço de Psicologia Escolar
Telefone: (11) 3091-4285 e (11) 3091-5015.
Atendimento: Todas as terças-feiras das 17h às 19h30.
Triagem: Segundas, Terças, Quintas e Sextas das 08:00 às 18:00
Avenida Professor Mello de Morais, 1721 - Bloco D - Butantã – Oeste - São Paulo.

Serviço de Atendimento Psicológico a Famílias e Casais (SEFAM)
Tel: (11) 3091-4985 e (11) 3091-5015
Atendimento inicial realizado na sala do SEFAM (sala 262, 2º andar, saguão 3 - ala E do Centro de Atendimento Psicológico do IPUSP (CAP).
Avenida Professor Mello de Morais, 1721 - Bloco D - Butantã – Oeste - São Paulo.
 
Serviço de Aconselhamento Psicológico (SAP)
Telefone: (11) 3091-5015
Atendimento: de segunda-feira a sexta-feira, das 7h às 19h, sábados das 8h às 13h.
O Plantão Psicológico acontece todas as quartas-feiras das 9h às 11h ou até que as vagas terminem.
Avenida Professor Mello de Morais, 1721 - Bloco D - Butantã – Oeste - São Paulo

Projeto Enurese
Tel: (11) 3091-5015
Atendimento: Segundas, Terças, Quintas e Sextas das 08:00 às 18:00
Avenida Professor Mello de Morais, 1721 - Bloco D - Butantã – Oeste - São Paulo

Orientação Profissional
Tel: (11) 3091-4174
Atendimento: Segundas, Terças, Quintas e Sextas das 08:00 às 18:00
Avenida Professor Mello de Morais, 1721 - Bloco D - Butantã – Oeste - São Paulo

Orientação Intercultural
Tel: (11) 3091-5015
Atendimento: Segundas, Terças, Quintas e Sextas das 08:00 às 18:00
Avenida Professor Mello de Morais, 1721 - Bloco D - Butantã – Oeste - São Paulo

NEPAIDS - Núcleo de Estudos para a Prevenção da AIDS
Tel: (11) 3091-5015
Atendimento: Segundas, Terças, Quintas e Sextas das 08:00 às 18:00
Avenida Professor Mello de Morais, 1721 - Bloco D - Butantã – Oeste - São Paulo

Cérebro-Lesado e Deficiente Sensório-Motor
Tel: (11) 3091-5015
Atendimento: Segundas, Terças, Quintas e Sextas das 08:00 às 18:00
Avenida Professor Mello de Morais, 1721 - Bloco D - Butantã – Oeste - São Paulo

Clinica Psicológica do IPUSP
Tel: (11) 3091-5015 ou (11) 3091-8248
Atendimento: Segundas, Terças, Quintas e Sextas das 08:00 às 18:00
Avenida Professor Mello de Morais, 1721 - Bloco D - Butantã – Oeste - São Paulo

Centro de Psicologia Aplicada ao Trabalho (CPAT)
Tel: (11) 3091-5015
Atendimento: Segundas, Terças, Quartas, Quintas e Sextas das 08:00 às 18:00
Avenida Professor Mello de Morais, 1721 - Bloco D - Butantã – Oeste - São Paulo

ABRAPE – Associação Brasileira de Psicólogos Espiritas
Atendimentos: Telefone: (11) 3898-2139 e 3081-1464
Rua Teodoro Sampaio, 417 conj. 82 – Pinheiros - Próximo ao Metrô Clinicas - Oeste - São Paulo
Centro Paradgma:
Atendimento psicológico realizado por alunos dos cursos de especialização - profissionais formados em  psicologia ou em psiquiatria -, sob a supervisão de membros da equipe do Núcleo Paradigma. Oferecido a um valor abaixo do padrão, este serviço destina-se a crianças, adolescentes, adultos, casais e famílias.
O atendimento obedece à ordem de inscrição,  estando sujeito à espera em função da disponibilidade de profissionais matriculados nos cursos de especialização.

Em casos de urgência ou de excesso de demanda, os clientes são encaminhados a outras clínicas-escola ou a profissionais que se comprometam a atender por um valor mínimo sugerido pelo Núcleo Paradigma.
Os interessados em se inscrever para o atendimento na clínica-escola devem contatar a secretaria, no telefone:
(11) 3672-0194.
Centro Paradigma - Ciências do Comportamento
Rua Wanderley, 611 · Perdizes
CEP 05011-001 · São Paulo - SP
(11) 3871-0185 / (11) 3672-0194
secretaria@paradigmaac.org
http://paradigma.nemag.com.br/Paginas/Conteudo.aspx?TIPO=SERVICO&Codigo=10


Clínica Psicológica do Instituto Sedes Sapientiae
Telefone: (11) 3866-2735
Atendimento: De 2ª a 6ª feira das 08h00 às 21h00 e aos sábados das 08h00 às 12h00.
Rua Ministro Godói, 1484 – Perdizes – Oeste - SP

Atendimento Psicológico Paróquia São Luís Gonzaga.
Oferece atendimentos em até 12 sessões, gratuitas ou a preço simbólico.
Telefone: (11) 3231-5954
Atendimento: todas as quintas-feiras, das 10h00 às 19h00.
Av. Paulista, 2378 -  Cerqueira César, Oeste, São Paulo.
Instituto Mario Martins (Porto Alegre)
Instituto Sedes
  • Preço simbólico
  • Site: http://sedes.org.br/site/
Clínica Psicológica “Ana Maria Poppovic” do Curso de Psicologia PUC-SP

Atendimento Psicológico Gratuito

Estudos Integrados de Psicoterapia Psicanalítica - ESIPP oferece atendimento psicológico para adultos gratuito.
Maiores informações:
Rua Engenheiro Ildefonso Simões Lopes, 115 - Porto Alegre/RS
Fones: 51-3209.6524 - Das 8 às 20 horas



Serviço de Atendimento e Pesquisa em Psicologia - SAPP

Órgão auxiliar da Faculdade de Psicologia que oferece campo de estágio e prática disciplinar a nível de Graduação e Pós-Graduação. O SAPP também oferece Orientação Profissional Individual ou em Grupo.

Atendimento:
Comunidade em Geral (crianças, adolescentes, adultos), todos com horário previamente agendados. Oferecemos triagem gratuita, avaliação psicológica, psicodiagnóstico, psicoterapia breve, e Orientação Profissional.

Marcação de Consultas:
Pelo telefone 3320.3561
Horário de atendimento: 8:00 às 12:00 e das 14:00 às 22:00

Local do Atendimento:
Prédio 11 - 2º andar - Sala 209
E-mail: sapp@pucrs.br

Serviço-Escola de Psicologia oferece atendimentos gratuitos à população

Atendimentos de psicoterapia passam a ser oferecidos gratuitamente

Os alunos do curso de Psicologia da UniRitter, com a supervisão de coordenadores e professores, disponibilizam atendimentos de forma gratuita à comunidade.

A iniciativa faz parte do Serviço-Escola de Psicologia, que neste ano passa a oferecer também a psicoterapia, um atendimento individual realizado com a finalidade de tratar questões pessoais tais como dificuldades emocionais, comportamentais, cognitivas, etc.

Além disso, o serviço também inclui orientação profissional e grupos de apoio.

Os atendimentos estão disponíveis no Campus Zona Sul (prédio C, junto ao Serviço de Assistência Judiciária Gratuita – Sajuir).



Agendamentos devem ser feitos no telefone (51) 3230-3380 ou presencialmente, no local de atendimento.